Ombro - Clinica Mais Pires - Taubaté/SP
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Ombro

Contamos com profissionais especialistas em joelho que passaram por uma avaliação muito criteriosa para fazer parte desta equipe.

O ombro é a associação harmônica de cinco articulações que caracterizam a cintura escapular. O movimento em sincronia desse complexo mecanismo determina uma articulação indolor e sem lesões.

As articulações que formam a cintura escapular são: glenoumeral, acromioclavicular, esternoclavicular e duas falsas articulações, ou mecanismos deslizantes que são os espaços subacromial e escapulotorácico.

As articulações verdadeiras do ombro são do tipo sinovial, sendo que cada uma apresenta características individuais.

A articulação glenoumeral é tipicamente uma articulação instável, estabilizada dinamicamente pelos músculos do manguito rotador e estaticamente pelo lábio e ligamentos glenoumerais superior, médio, inferior e ligamento coracoumeral.

A parte superior da cabeça umeral é coberta por um capuz tendinoso resultante da fusão dos tendões de terminação dos músculos subescapular, pela frente; supra-espinal, acima; infra-espinal e o redondo menor, por detrás. Esse capuz tendinoso adere intimamente à cápsula articular, formando uma coberta sobre a cabeça umeral, e daí o nome “manguito rotador”.

Para fechar um diagnóstico preciso e que leva a um tratamento adequado, está na dependência direta da capacidade de se investigar detalhadamente o paciente e sua postura, seu envolvimento emocional, a seqüência de eventos que o trazem a consulta, seu grau de incapacidade e suas expectativas quanto ao tratamento.

 

As lesões do ombro, especialmente no atleta jovem, se manifestam com grande freqüência, através de uma queixa única que é a dor, levando a uma perda de desempenho, sem uma clara descrição de instabilidade ou da perda de força. Daí, a grande importância da análise clínica embasada em sólido conhecimento da anatomia e biomecânica e seqüenciada por um roteiro objetivo de testes clínicos e exames complementares.

 

Analisar cada detalhe da apresentação do paciente, dar a devida importância a cada fato da sua história com a intuição de um investigador, correlacionar as queixas relativas ao ombro com a possibilidade de doenças sistêmicas ou com alterações do comportamento, seguir as trilhas de um apurado exame físico: esta é a seqüência a ser percorrida, para se transporem as dificuldades e ciladas que separam as queixas, do diagnóstico e, conseqüentemente, do tratamento adequado.

A elevação do braço só é possível, se a cabeça do úmero está estabilizada na cavidade glenoidal, numa ação de pivô, e esta ação estabilizadora e centralizadora é desempenhada pelo manguito rotador, cujas resultantes de força produzem um vetor final na direção e sentido do centro da cabeça do úmero para o centro da cavidade glenoidal.

 

Quando o equilíbrio biomecânico entre as forças do músculo do deltóide e do manguito rotador é quebrado, com predomínio das forças do músculo deltóide, estabelece-se um quadro cíclico de lesão microtraumática de repetição, que agrava a síndrome do impacto, podendo levar a ruptura do manguito rotador.